sábado, 26 de maio de 2012

Hallowen


Por Valdo Hott.
A comemoração do Dia das Bruxas tem se tornado mais popular a cada ano nas escolas brasileiras. Sua celebração, porém, tem um conteúdo espiritual que é desaprovado pela Palavra de Deus. A palavra Halloween tem sua origem na contração feita de maneira errada da expressão “All Hallows Eve”, que significa: “Dia de todos os santos” e que corresponde ao dia 10 de novembro, em que no catolicismo é reverenciado os santos mortos.
A celebração anual do Halloween ou “Dia das Bruxas” tem se tornado muito comum em alguns países e também, nos últimos anos, no Brasil, principalmente através da rede de escolas públicas e privadas do nosso país. Mas, afinal, que celebração é essa? Qual a sua origem? Trata-se apenas de uma festa ingênua ou contém uma influência espiritual em sua essência? Qual deve ser a posição dos cristãos quanto a essa celebração?
ORIGEM
Superstições e influências de várias culturas uniram-se, através dos séculos, criando o Halloween – “Dia das Bruxas”, comemorado no dia 31 de outubro. A festividade do Halloween tem suas raízes nos festivais de outono dos celtas (povo do hemisfério norte). Os celtas viveram há centenas de anos onde hoje é a Grã Bretanha e o norte da França. Eram idólatras animistas, pois adoravam a natureza e tinham o deus sol como divindade favorita. Seus sacerdotes eram chamados de druidas, influentes “guias espirituais” e dados a magia e feitiçaria.
Os celtas criam que o ano novo deveria ser comemorado na última noite de outubro, pois acreditavam que o véu entre o nosso mundo e o mundo dos mortos se tornava mais frágil, sendo essa noite a ideal para se comunicar com os que já morreram. Acreditavam também que os espíritos dos mortos voltavam ao antigo lar procurando algum contato com entes queridos. Se os vivos não providenciassem alimentos para esses espíritos, coisas terríveis poderiam lhes acontecer. E pior: se não lhes fosse oferecida uma festa nessa data, atormentariam os vivos. Seria uma noite de medo. Os aldeões, amedrontados, acendiam fogueiras para honrar o deus sol, sacrificando-lhes animais e oferecendo-lhes parte das colheitas porque temiam que os espíritos matassem seus rebanhos e destruíssem suas propriedades. A fim de “enganar os espíritos”, eles passaram a se vestir com roupas negras e com máscaras, saindo em desfiles barulhentos pelas ruas, sendo tão destrutivos quanto possível, a fim de “assustar e amedrontar os espíritos que estavam à procura de corpos para possuí-los”. Ofertavam, então, seus sacrifícios em altares adornados com maçã, simbolizando a vida eterna. O vinho era substituído pela cidra, ou suco da maçã – tudo isso misturado com muita música e dança.
Nesta mesma época do ano, os povos latinos e em especial os romanos comemoravam, o festival de “Pomona”, deusa das frutas e dos jardins. Era uma ocasião de festa e alegria, pois estava relacionada com as colheitas. A maçã e as nozes eram ofertadas aos deuses romanos em grandes fogueiras como um gesto de agradecimento por causa da boa colheita do ano anterior. Essa celebração tinha também seu aspecto místico, com espíritos e bruxas presentes rondando as festividades.
A PRESENÇA DAS BRUXAS 
Bruxas e feiticeiras sempre foram vistas como adoradoras de demônios e detentoras de poderes mágicos e ocultos. Na Idade Média eram consideradas perigosas, pois se agrupavam em comunidades anticristãs. Elas se apresentavam com chapéus pontudos, duendes, poções mágicas, corvos, sapos e vassouras voadoras. Eram conhecidas pela capacidade de manipular poderes sobrenaturais, provocando horríveis tempestades e causando mal às pessoas.
No século XV, XVI e XVII houve uma grande perseguição às pessoas envolvidas com bruxaria por parte da Igreja Católica Romana, levando à morte milhares. Embora inicialmente a Igreja Católica condenasse os festivais como o de “Pomona”, não foi capaz de reprimi-lo por completo e, então, acabou por incorporá-lo ao calendário cristão. O grande festival celta em homenagem aos mortos, “Samhain”, foi adotado como o “dia de todos os santos” em 1o. de novembro, passando a ser celebrado em homenagem a todos os “santos e santas” que já haviam morrido.
É importante notarmos a postura que a Igreja Católica assumiu, pois aquilo que era tão proibido e motivo até de perseguição passou ser cultuado a ponto de tornar-se o famoso feriado de “finados”, dia consagrado a cultuar os mortos.
A CELEBRAÇÃO HOJE
Atualmente, um dos maiores divulgadores do Halloween tem sido o sistema de escolas públicas na América do Norte e Europa, patrocinando as atividades dessa festa através de concursos de fantasias, danças, carnavais, exposições de arte e artesanatos. Nos Estados Unidos, por exemplo, o Halloween é celebrado como um dia de festa, assombrações, truques e magias.
O Halloween é também o dia em que as crianças saem às ruas para praticar o “trick-or-treting” (travessuras-ou-gostosuras: dê-nos coisas gostosas ou faremos travessuras). Esse costume surgiu no século IX na Europa, onde no dia 2 de novembro era celebrado o “Dia de todas as almas” ou o “Dia dos mortos”. Nessa data os cristãos andavam de vila em vila para ganharem tortas de pão e groselha. Quanto mais tortas recebiam, mais orações eles prometiam fazer em memória dos parentes mortos daqueles que doavam as tortas. Naquela época acreditavam que os mortos ficavam num “limbo” por um período de tempo após a morte e que através das orações, mesmo de estranhos, aconteceria a passagem do limbo para o céu.
AS LANTERNAS DE JACK
Muitos agricultores apóiam o Halloween, uma vez que a abóbora é acessório indispensável, especialmente nos Estados Unidos, para a confecção das “lanternas de Jack”. Trata-se de uma abóbora sem miolo em forma de caveira com uma vela acesa dentro, que tem o objetivo de “expulsar os maus espíritos e os duendes que vagueiam pelas noites”. Esse costume tem origem no folclore irlandês. Segundo a lenda, um homem chamado Jack, notório beberrão e trapaceiro, certa ocasião esculpiu a imagem de uma cruz no tronco de uma árvore e a acendeu com fogo como uma armadilha para prender o diabo que estava na mesma. Mas Jack acabou fazendo uma acordo com o diabo: se o demônio nunca o atormentasse, Jack apagaria a cruz e o deixaria descer da árvore. Conforme o acordo, depois que Jack morreu, sua entrada no céu foi negada por causa do seu trato com o diabo. Também lhe foi negada a sua entrada no inferno por ter enganado o diabo. Foi então que o demônio ofereceu-lhe uma vela para iluminar seu caminho através da fria escuridão. Jack colocou a vela dentro de um grande nabo a fim de mantê-la acesa por mais tempo, esculpido até ficar oco para dar passagem à claridade. Originalmente os irlandeses usavam nabos para fazerem suas lanternas de Jack, porém quando os imigrantes chegaram aos Estados Unidos, eles começaram a usar as abóboras, muito mais adequadas, que passaram a ser o símbolo mais marcante do evento.
O QUE DIZ A BÍBLIA
O envolvimento das pessoas de todas as classes sociais com toda sorte de “ocultismo camuflado” está mais intenso em nossa época do que em qualquer outra. A quiromancia (predição do futuro pela leitura das mãos), a astrologia (predição do futuro pela influência dos astros), a cartomancia (predição do futuro através da manipulação de cartas) e a necromancia (predição do futuro pela invocação dos mortos) têm se tornado moda e parte integrante de nossa cultura. Os meios de comunicação constantemente têm enaltecido os videntes, magos, fadas, gnomos, duendes ou os cristais, que insistem em prometer fazer aquilo que cabe só a Deus: prever o futuro.
Com essa grande variedade de práticas ocultistas, consolida-se o irresistível gosto popular pelo Hallowe
en, tanto divulgado atualmente nas escolas brasileiras. Aqui em nosso país, assim como em todo o mundo, nem mesmo as crianças são poupadas do ocultismo. O mais novo best-seller da literatura infantil, por exemplo, é uma série que tem um “bruxinho” chamado Harry Potter como protagonista. Os volumes da coleção ocupam sempre a primeira posição em vendas do mundo na categoria infantil.
A celebração do Halloween deve ser, portanto, reprovada pelos cristãos, pois está intimamente associada à necromancia (tentativa de comunicação com os mortos), crença espírita de que o morto é um mensageiro e deseja trazer algum recado celestial, um ensinamento ou um aviso. A pessoa que até mesmo por brincadeira se entrega a estes contatos, deve conscientizar-se de que essas manifestações não são provenientes de espíritos de mortos, pois quem morreu não está à disposição de evocações, conforme lemos em Hebreus 9.27 – “…aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo depois disso o juízo”.
Sem percebermos, nossos filhos têm sido envolvidos por um emaranhado de informações enganosas e diabólicas, que têm se apresentado apenas como uma “brincadeira inocente”. Aliás, não é de se estranhar, pois a palavra de Deus declara que “Satanás se apresenta como um Anjo de Luz” (II Co 11.14,15).
A Palavra de Deus declara o seguinte sobre tais práticas:
“Quando, pois, vos disserem: consultai os que têm espíritos familiares e aos adivinhos, que chilreiam e murmuram: Porventura não consultará o povo ao seu Deus? A favor dos vivos consultar-se-á os mortos? À lei e ao testemunho! Se eles não falarem segundo esta palavra, é porque não há luz neles” – Isaías 8:19,20
“Antes digo que as coisas que os gentios sacrificam, as sacrificam aos demônios, a não a Deus. E não quero que sejais participantes com os demônios. Não podeis beber o cálice do Senhor e o cálice dos demônios; não podeis ser participantes da mesa do Senhor e da mesa dos demônios. Ou irritaremos ao Senhor? Somos nós mais fortes do que Ele? Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convém; todas as coisas me são lícitas, mas nem todas edificam” – I Coríntios 10.20-23
Vivemos dias em que há uma forte tendência, mesmo dentro da Igreja, de aceitar os valores e práticas do mundo como algo absolutamente normal. Precisamos entender que há uma intensa guerra espiritual sendo travada, na qual o nosso inimigo tem se utilizado de artifícios extremamente sutis a fim de enganar o povo que se chama pelo nome do Senhor.
A Palavra de Deus declara que nos últimos tempos a iniqüidade se multiplicaria, e que se tornaria mais patente a diferença entre aqueles que caminham com Deus e aqueles que não o fazem. É exatamente por isso que o apóstolo Paulo nos exorta em II Coríntios 6, versos 17 e 18: “…Retirai-vos do meio deles, separai-vos, diz o Senhor; não toqueis em coisas impuras e Eu vos receberei, serei vosso Pai e vós sereis para mim filhos e filhas, diz o Senhor Todo-poderoso”.
Muitos têm dificuldade em se posicionar e agem como se tudo estivesse no campo do “relativo”. Porém a Bíblia é clara ao nos advertir sobre as coisas que são abomináveis ao Senhor. O próprio Deus exige da Sua Igreja um posicionamento sério,para que o mundo saiba quem nós somos:
“Ai dos que ao mal chamam bem e ao bem mal; que fazem da escuridão luz e da luz escuridão; põem o amargo por doce e o doce por amargo” – Isaías 5.20
“Conheço as tuas obras, que nem és frio nem quente. Quem dera fosses frio ou quente! Assim porque és morno e nem és frio nem quente, estou a ponto de vomitar-te da minha boca” – Apocalipse 3.15,16
Que o Senhor nos faça entender que “refletir Sua glória nesta terra exige um alto preço!” É importante que nos posicionemos juntamente com nossos filhos e os levemos a entender que não se trata apenas de ir contra a alguns valores culturais, mas de assumirmos um posicionamento cristão consciente de não nos moldarmos e nem nos contaminarmos com as iguarias do deus deste século. É somente assim que o mundo nos reconhecerá como uma voz profética nesta terra.
“E não sejais cúmplices nas obras infrutíferas das trevas; antes, porém, reprovai-as” – Romanos 5.11


CONSIDERAÇÕES SOBRE A “FESTA DE SÃO JOÃO”


Originalmente o calendário religioso utilizado pela Igreja era uma adaptação dos calendários grego e romano, e portanto foi bastante influenciado por importantes eventos pagãos.
1. AS FESTIVIDADES RELIGIOSAS.
A partir da Idade Média, o calendário romano foi definitivamente adotado (“cristianizado”) passando a ser utilizado por toda igreja ocidental, quando foram incluídos a celebração das festas dos “santos” e dos “mártires”. Daí surgiu o atual “calendário dos santos da Igreja católica” (a Igreja Católica dedica aproximadamente 42 dias no ano a um(a) santo(a)). Vários grupos protestantes eliminaram completamente o calendário religioso, celebrando apenas alguns eventos que consideram importantes (ex: Natal).
2. DEFINIÇÃO DE ALGUNS TERMOS:
Santo: 
No Antigo testamento a palavra hebraica mais usada (cerca de 116 vezes) para descrever “santo” é “QADOSH”, que significa “separado”. No Novo Testamento a palavra grega para “santo” é “ÁGIOS”, que aparece 230 vezes de Mateus a Apocalipse, e significa “separados pelo Senhor como Sua possessão peculiar”.
“Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus…” – 1 Pedro 2.9
Na Igreja Primitiva todos os crentes eram chamados de “santos”, mesmo quando o seu caráter ainda não estava completamente formado (ex: At 9.13, 32; 26.10; Rm. 8.27; 12.13; 15.25,26). 
“…segundo a vontade de Deus é que Ele (Jesus) intercede pelos santos”. – Romanos 8.27
“Ele mesmo concedeu uns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas, outros para pastores e mestres, com vistas ao aperfeiçoamento dos santos para o desempenho do seu serviço, para a edificação do Corpo de Cristo”. – Efésios 4.11,12
Canonização: Dentro do catolicismo romano este é o nome dado ao decreto que inclui uma pessoa na categoria dos “santos”, os quais são recomendados à veneração dos fiéis. A condição para que a pessoa seja “beatificada” é que já tenha falecido e que pelo menos dois de “seus milagres” tenham sido confirmados. O papa, então, proclama a canonização.
De acordo com a teologia romanista, os indivíduos canonizados acumularam um tesouro de méritos, mediante suas vidas “inculpáveis” e a prática de “boas obras”. Esses méritos em “reserva”, então, podem ser colocados à disposição de cristãos de menor envergadura, em resposta às orações feitas aos “santos”.
A palavra de Deus declara que existe apenas um Mediador e Intercessor entre Deus e os homens: Jesus Cristo.
“Porquanto há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo, homem”. – 1 Timóteo 2.5
“…o qual está à direita de Deus e também intercede por nós”. – Romanos 8.34
3. A QUESTÃO DA IDOLATRIA
Idolatria, no grego “EIDOLOLATRIA” significa: “culto aos falsos deuses” ou “adoração de ídolos”. Esta adoração pode se referir a ídolos ou imagens propriamente ditas, ou então a tudo aquilo que porventura ocupe o lugar de Deus no coração do homem. Por que Deus abomina qualquer tipo de idolatria?
- Sl 115.4-7; 1 Co 8.4 – A Bíblia afirma que o ídolo em si é apenas um pedaço de madeira, pedra, etc., esculpido por mãos humanas, que nenhum poder tem em si mesmo.
- Êx 20.3-5; Is 42.8 – O nosso Deus não divide a sua Glória com ninguém.
- Ez 14.3,4 – Note que há ídolos que levantamos em nossos corações (ex: avareza: Cl 3.5). Precisamos identificá-los e renunciar a sua força em nós.
- Dt 18.9-12; Is 8.19,20 – O ato de comungar com pessoas que já morreram ou idolatrá-las está ligado à prática do espiritismo, magia negra, leitura de sorte, feitiçaria, bruxaria, etc. Segundo as escrituras, todas estas práticas envolvem submissão e culto aos demônios, e são abomináveis ao Senhor.
OBS: a definição da Enciclopédia Britânica (BARSA) para FESTA RELIGIOSA é: Um dia consagrado à memória ou à comemoração de um evento histórico religioso.
- Dt 32.17; Sl 106.36; 1 Co 10.20,28 – Por traz de cada ídolo há demônios que estão agindo, os quais são seres sobrenaturais controlados pelo Diabo. Noutras palavras, o poder que age por detrás da idolatria é o dos demônios.
Ex: Alguns “santos” da Igreja Católica e sua correlação com entidades espíritas: 
- Iemanjá ? Senhora Aparecida. 
- Xangô ? São Jerônimo. 
- Oxossi ? São Sebastião. 
- Iorí ? Cosme e Damião.
4. A CELEBRAÇÃO DO “DIA DE SÃO JOÃO”
Registros históricos declaram que no século sexto, missionários foram enviados para o norte da Europa para juntar pagãos ao grupo romano. Eles descobriram que o dia 24 de junho era muito popular entre esses povos, pois era quando ocorria o solstício de verão (solstício: época em que o sol afasta-se o máximo possível da linha do equador). Procuraram, então, cristianizar este dia, mas como? Por esse tempo o 25 de dezembro havia sido adotado pela igreja romanista como o natalício de Cristo. Desde que 24 de junho era aproximadamente seis meses antes de 25 de dezembro, por que não chamar este o natalício de João Batista? João nasceu, devemos lembrar, seis meses antes de Jesus (Lc. 1:26,36). Assim sendo, o dia 24 de junho passou a ser conhecido no calendário papal como sendo o Dia de São João.
Na Bretanha (Inglaterra), antes da entrada do cristianismo, o 24 de junho era celebrado pelos druidas com fogos de artifícios em honra ao deus Baal. Quando este dia tornou-se dedicado a São João, os fogos sagrados também foram adotados e tornaram-se “as fogueiras de São João”!
Ainda hoje o dia 24 de junho é largamente celebrado na Escandinávia, na Alemanha e na Finlândia com fogueiras pagãs. A história relata que até o século passado os camponeses da Finlândia praticavam encantamentos mágicos durante o solstício de verão, a fim de obterem maior fertilidade nos animais.
No Brasil as “festas juninas” são realizadas em todo o país no mês de junho (daí o nome “juninas”, e culminam no Dia de São João). O principal momento da festa é a quadrilha, em que vários casais vestidos de caipira encenam uma cerimônia de casamento (que normalmente não acontece).
CONCLUSÃO:
1. NÃO PODEMOS AGIR COMO IGNORANTES (Ingênuos, imprudentes, néscios) – Ef 6.2; Ef 5.15; 2 Co 2.11; Ef 4.27 
2. SE TEMOS O CONHECIMENTO DE QUE ALGO É CONSAGRADO A ÍDOLOS, DEVEMOS NOS ABSTER – 1 Co 10.27,28; 2 Co 6.14-17; Ef 5.11 
3. TEMOS A RESPONSABILIDADE DE ENSINAR NOSSOS FILHOS A SE POSICIONAREM – Não podemos transferir para a Igreja a responsabilidade que é nossa – Dt 6.3-9; Pv 22.6
4. PRECISAMOS FUGIR DE TODA A APARÊNCIA DO MAL – 1 Co 10.23-33; Pv 6.28 
FONTES DE PESQUISA:
- Babilônia: A Religião dos Mistérios – Ralph Woodrow. 
- Enciclopédia Britânica – BARSA. 
- Enciclopédia de Bíblia e Filosofia 0- R. N. Chaplin e J. M. Bentes. 
- A sabedoria das Runas (livro secular). 
- A umbanda e as suas ordens (livro secular).

Tô Magoado! E Agora?


Tô Magoado! E Agora?
Pelo que já se escureceram de mágoa os meus olhos, e já todos os meus membros são como a sombra. (Jó 17: 7)
A mágoa é uma prisão, é o cárcere da alma, quem se alimenta desse sentimento não tem paz, liberdade e alegria de viver, não conhece o amor e o pior não tem comunhão com Deus. Um dos piores sentimentos que uma pessoa pode ter é esse, ele impede de sermos felizes com as pessoas que amamos, você não sente mágoa de quem não conhece ou que não tenha uma afinidade. Muitas das vezes esse sentimento são gerados por coisas banais, por um mau entendimento ou por um momento de infelicidade de alguém, se você magoou alguém simplesmente peça desculpas e não precisa ficar se justificando, se a culpa foi sua assuma e pronto, se foi gerada por outra pessoa ore a Deus e diga a Ele, mas principalmente para você que determinada pessoa a partir daquele momento está perdoada, e fiscalize seus pensamentos e aborte toda vez que começar a lembrar do ocorrido, não alimente pensamentos ruins eles crescerão muito se deixa-los livres.
Poderíamos até dizer que, a mágoa é uma forma de suicídio a prestação. Viver amargurado, nostálgico pelo o que foi e não é mais, pelo o que foi e deixou feridas profundas. Um suicídio postergado que vai matando aos poucos, nos envolve de tal forma que não conseguimos mais raciocinar de forma clara a respeito que quem nos magoou, além de gerar medo ou receio de ter novas experiências. Impede um bem viver ou até mesmo um sorriso.
O sentimento de mágoa aparentemente é insignificante, porém pode deixar marcas enormes em nossas vidas. Não é uma doença, é apenas um sentimento gerado por uma maneira errada de pensar.
O maior objetivo é que sigamos um caminho que nos liberte deste sentimento que nos faz um mal tão grande. A absolvição do outro será a nossa liberdade. A partir daí temos a possibilidade de recuperar o prazer em conviver com as diferentes pessoas. Nos sentindo mais leves em nossos pensamentos e sentimentos e no julgamento do outro que começa a ter novos critérios de interpretações, de tal forma que não nos enleie mais na teia da mágoa e nos cause um sofrimento tão profundo. A vida clama para ser bem saboreada. by Doutor Fé

Quem é você? Joio ou trigo?


Quem é você? Joio ou trigo?
Mateus 13:30 -> … ‘Arranquem primeiro o joio e amarrem em feixes para ser queimado. Depois colham o trigo e ponham no meu depósito.’ ” (versão NTLH)
Nessa hora o que você pretenderá ser?! Você será joio ou trigo? Sabia que há diferença entre eles e que esta está na Palavra. Veja:
Trigo -> Ele disse ao povo:
— O Reino do Céu é como um homem que semeou sementes boas* nas suas terras. (Mateus 13:24b)
Joio -> Certa noite, quando todos estavam dormindo, veio um inimigo, semeou no meio do trigo uma erva ruim*, chamado joio, e depois foi embora. (Mateus 13:25)
O que você acha de tudo isso? Você acha que merece ser chamado de trigo ou de joio? Veja também que as semente boas vêm do Senhor; elas vieram de um homem que é o Reino do Céu (Mt 13:24), e este vem de Jesus. Mas, o joio veio do inimigo, e este representa Satanás e seus demônios. Não brinque com isso, pois isso é sério! Um dia todos serão separados e aí então se verá o joio de um lado e o trigo de outro. E onde você estará?! Em qual lado?!
Pense bem na oportunidade que está tendo hoje para mudar de lado. Se você está com o diabo, por meio de um pecado ou de qualquer outra coisa que sabe que desagrada a Deus, pare hoje com isso, e mude de lado. Pois, no dia do Juízo de Deus, veja bem que os que são dEle serão colhidos (tratados bem e com cuidado) e então serão guardados no Seu depósito (entrarão no Reino). Mas, os maus (aqueles que preferem Satanás e os seus pecados do que a Deus e a Sua bondade) serão amarrados (tratados com força; com brutalidade) e serão lançados no fogo para serem queimados, em um fogo que nunca se apaga (Mc 9:47-48).
Você tem o melhor diante de você, que é Jesus! O escolha, o aceite e viva a vida que Deus planejou para você. Você só tem a ganhar! E tem uma bela vida te esperando! Uma vida com Deus: eterna, única e perfeita. Cristo tem isso para você!
Não aceite o pior, mas viva o que Deus tem preparado para você! Ele tem pensamentos de paz a seu respeito; de paz e não de mal, para te dar um futuro com Ele! Ele te ama e quer você!
Fique na Paz do Senhor e viva com Deus! Não se afaste dEle! Ele tem muito mais para te dar! Que Deus te abençoe! Em o Nome de Jesus! Amém!
*O grifo é meu!
Glórias sejam dadas à Deus Pai, Filho e Espírito Santo para todo sempre! Amém!
Pois foi Ele quem me inspirou a escrever este texto!!

Falsos pastores: como identifica-los?


Falsos pastores: como identifica-los?
Em Atos 20:29-30 está escrito: “Eu sei que depois da minha partida entrarão no meio de vós lobos cruéis que não pouparão o rebanho, e que dentre vós mesmos se levantarão homens, falando coisas perversas para atrair os discípulos após si.”
Como podemos ver acima, dentro do seio da igreja surgirão pessoas que se levantarão contra a obra de Deus, buscando atrair os discípulos após si. E com qual objetivo? Vejamos o que está escrito em 2 Pedro 2:2-3: “E muitos seguirão as suas dissoluções, e por causa deles será blasfemado o caminho da verdade; também, movidos pela ganância, e com palavras fingidas, eles farão de vós negócio; a condenação dos quais já de largo tempo não tarda e a sua destruição não dormita.” O objetivo é a exploração financeira, a ganância de ganhar dinheiro a todo custo, mesmo que seja através do engano (palavras fingidas). Tais pessoas, que não possuem o Espírito de Deus, pensam que a religião é um meio de enriquecimento, como podemos ver em 1 Timóteo 6:5, que diz: “…homens corruptos de entendimento, e privados da verdade, cuidando que a piedade é fonte de lucro.” Infelizmente, muitos pastores e obreiros estão entrando neste barco furado da corrupção e do amor ao dinheiro. Este estudo tem por objetivo, admoestar as ovelhas de Cristo a reconhecerem os falsos pastores que estão dentro de várias igrejas do Brasil e do mundo. Vale salientar que quando digo pastores, estou me referindo genericamente a todos aqueles que exercem um cargo de liderança na igreja, como presbíteros, bispos e apóstolos.
FALSOS PASTORES
· Não admitem críticas e exigem uma obediência cega.
Obediência cega é aquela que não admite questionamentos.
Em primeiro lugar, ninguém está acima de críticas e quando um pastor foge do contexto bíblico e passa a ensinar doutrinas que não condizem com as Escrituras Sagradas, tal pastor deve sim ser questionado e incentivado a retornar à pureza do ensinamento escriturístico. Em Atos 17: 10-11 está escrito: “E logo, de noite, os irmãos enviaram Paulo e Silas para Beréia; tendo eles ali chegado, foram à sinagoga dos judeus. Ora, estes eram mais nobres do que os de Tessalônica, porque receberam a palavra com toda a avidez, examinando diariamente as Escrituras para ver se estas coisas eram assim.” Em 1 João 4:1 está escrito: “Amados, não creiais a todo espírito, mas provai se os espíritos vêm de Deus; porque muitos falsos profetas têm saído pelo mundo.”Em 1 Tessalonicenses 5:21 está escrito: “Julgai todas as coisas, retende o que é bom.” Observem, irmãos em Cristo, que a própria Bíblia nos incentiva a verificar se um determinado ensinamento está ou não de acordo com as Escrituras, reprovando tudo que vai além da doutrina de Cristo. Não é rebeldia examinar uma pregação, questionar e discordar de um pastor; rebeldia é aceitar um ensinamento contrário as Escrituras, como podemos ver em 2 João, versículos 10 e 11:
“Se alguém vem ter convosco e não traz esta doutrina, não o recebais em casa, nem lhe deis as boas vindas. Porquanto aquele que lhe dá boas vindas faz-se cúmplice das suas obras más.” Caso o pastor da sua igreja não admita ser questionado e exija obediência cega, com certeza ele é um falso pastor. Lembrem-se: não existe infalibilidade pastoral. Se você está debaixo de uma autoridade pastoral abusiva, deixe esta igreja e busque outra igreja, onde Deus seja levado realmente a sério.
· Gostam de mandar na vida das ovelhas.
Em 1 Pedro 5:2-3 está escrito: “Apascentai o rebanho de Deus, que está entre vós, não por força, mas espontaneamente segundo a vontade de Deus; nem por torpe ganância, mas de boa vontade; nem como dominadores sobre os que vos foram confiados, mas servindo de exemplo ao rebanho.” Observem que a função dos pastores não é de dominar a vida de suas ovelhas; um pastor pode, no máximo, dar conselhos, mas nunca mandar na vida de alguém. Lembrem-se: o senhor da sua vida é Cristo, não o pastor. Caso o pastor da sua igreja se ache no direito de mandar na vida das ovelhas, com certeza ele é um falso pastor.
· Gostam de esfolar financeiramente as ovelhas.
Uma alma vale mais que o mundo inteiro. No entanto, há vários pastores que esfolam financeiramente suas ovelhas, inventando as mais diversas campanhas, como se a benção e o amor de Deus estivesse vinculado ao dinheiro. Em Romanos 8:32 está escrito: “Aquele que não poupou a seu próprio Filho, antes, por todos nós o entregou, porventura não nos dará graciosamente com ele todas as coisas?” Deus nos abençoa porque Ele nos ama e não por estarmos participando desta ou aquela campanha. Atualmente estamos vivendo um verdadeiro estelionato psicológico dentro de várias igrejas evangélicas, onde tudo gira em torno do dinheiro. Lembrem-se: Deus nos ama pelo que somos e não pelo que podemos oferecer financeiramente na igreja. Caso o pastor da sua igreja esfole financeiramente as ovelhas, ele é sem dúvida alguma, um falso pastor.
· Passam a idéia de que as ovelhas precisam dele para serem abençoadas.
Esta é uma das táticas mais praticadas pelos falsos pastores. Em Lucas 11:9 está escrito: “Por isso vos digo: Pedi, e dar-se-vos-á; buscai e achareis; batei, e abrir-se-vos-à.” Irmãos, o véu foi rasgado e hoje temos acesso direto a Deus através do nome de Jesus. Sempre que precisarmos de uma benção em nossas vidas, basta orarmos e pedirmos a Deus. Não dependemos da oração do pastor para sermos abençoados; é claro que a oração de alguém por nós sempre será bem vinda, mas no que se refere a sua vida, Deus quer ouvir a sua oração, pois deste modo, você terá experiências com Deus e o seu relacionamento com Ele irá amadurecer. Lembrem-se: a oração de um pastor não é mais poderosa que a oração de qualquer outra pessoa, pois Deus não faz acepção de pessoas. Todas as nossas orações são importantes aos olhos de Deus, independente de sermos ou não um pastor. Caso o pastor da sua igreja ensine que você precisa da oração dele para ser abençoado, ele é um falso pastor.
Este estudo apresentou somente algumas das táticas utilizadas pelos falsos pastores; é claro que não tive por objetivo esgotar todas as artimanhas utilizadas por esses obreiros fraudulentos, até mesmo porque são muitas as táticas utilizadas por eles. Eu gostaria de terminar este estudo dando o seguinte recado aos falsos pastores, presbíteros, bispos e apóstolos: “Os pecados de alguns homens são notórios e levam a juízo, ao passo que os de outros, só mais tarde se manifestam.” (1 Timóteo 5:24). O dia de vocês prestarem conta a Deus irá chegar.

Quem você esta Seguindo?


Quem você esta Seguindo?
“ Então, enviou Acabe mensageiros a todos os filhos de Israel e ajuntou os profetas no monte Carmelo. Então, Elias se chegou a todo o povo e disse: Até quando coxeareis entre dois pensamentos? Se o Senhor é Deus, segui-o; se é Baal, segui-o. Porém o povo nada lhe respondeu.”
1 Reis 18 20 e 21
A uma pergunta em meu coração esses dias, por que o povo de Israel simplesmente não respondeu a pergunta do Profeta?
Acredito que uma destas resposta está no fato de que realmente não sabiam o que escolher, sabiam sobre Deus, mas não o conheciam de fato.
O que não e diferente nós dias de hoje a uma geração inteira sendo formada sem conhecer a Deus.
Muitos não sabem responder perguntas simples, estão mais preocupados e saber sobre o que Deus pode fazer do que quem Ele é, e isso acontece também conosco, hoje somos valorizados pelo que fazemos e não por quem nós somos.
Como um povo poderia responder se eles já haviam se esquecido de Deus.
Um esquecimento que não aconteceu de uma ora para outra mas eram anos de descaso com a presença de Deus.
Uma geração inteira crescendo sem referencia, vivendo debaixo de um julgo de imoralidade e descaso com as coisas de Deus.
Geração essa que está mais preocupada em levantar novos lideres do que levantar fundamentos, é como levantar um prédio sem uma base sólida, ai surgem verdadeiras aberrações, crianças gerando crianças.
Israel estava exatamente neste contesto, seu histórico era de degradação total dos princípios de Deus, o povo estava tão corrompido que não sabia mas a quem ouvir.
E só lembrar de Salomão um Reis que apesar de receber uma sabedoria incrível simplesmente não permaneceu fiel a Deus, deixou que seu coração e a sua mente fosse dividida entre seu amor Por Deus e sua paixão por suas mulheres.
Muitos estão assim são pessoas sinceras mais seus corações estão divididos e quando tem que escolher entre Deus e os prazeres, Deus passa a não ser uma escolha.
Salomão não só trouxe a idolatria para dentro do povo mais também a financio.
Usou o dinheiro e a sabedoria que Deus tinha dado a ele para promover idolatria.
Por paixão as suas mulheres levantou vários templos pagãos o que certamente confundia mais o povo de Deus, já que era admirado por todos.
Suas atitudes acabavam se tornando um modelo.
Isso está acontecendo em muitas casa, e muitas igrejas em nossos dias.
Os Filhos não sabem mais o que escolherem, pois seus pais que deveriam ser modelos estão cheios de traumas e ao invés de passar um ensinamento sadio passam um ensinamento corrompido baseado em suas próprias frustrações e nas igreja a história parece ser a mesma lideres que ao invés de buscarem servir a Deus inventam seu próprios cultos e doutrinas.
Querem oportunidades e poder mas, quando elas chegam trocam isso por paixões pessoais.
Salomão por sua sabedoria se tornou uma referencia mas por sua infidelidade se tornou um problema.
Um homem que podia fazer com que a geração de Davi permanece por muitas gerações termina seu reinado marcado por promover o inferno.
Quando Salomão morre, um novo Rei surge, Roboão filho de Salomão só que ao invés de corrigir os erros de Seu pai Salomão coloca um jugo ainda mais pesado sobre o povo o que faz com que o povo se rebelasse contra ele.
Reino de Israel acaba sendo dividido em dois reinos, o Reino do Sul e o do Norte.
Roboão fica com o Reino do Sul onde estava Jerusalém e Jeroboão assume o reino do Norte.
Essa separação cria uma serie de problemas, Como todo povo ia a Jerusalém para adorar a Deus, e Jerusalém ficava no Reino do Sul Jeroboão começou a temer que o povo se voltasse para Roboão e baseado neste medo decide criar seus próprio lugar de adoração., para evitar do povo fosse a Jerusalém para adorar a Deus e ficasse por lá, o problema e que isso ia de encontro as ordens Divina, e Jeroboão entre Deus e a possibilidade de perder o poder escolhe o poder.
Constrói dois Templos e duas imagem de bezerro de ouro e coloca as duas em duas cidades diferentes, cidades que eram referencia no Reino do Norte e todo povo passou então deixa de ir para Jerusalém para adorar o Deus Verdadeiro para adorar imagens e bezerros de ouro.
Jeroboão também constitui seus próprios sacerdotes e constrói seu próprio altar o que se torna uma afronta para Deus.
Não era a primeira vez que o povo de Deus, escolhia a idolatria e construía bezerro de ouro e abandonava a Deus
“ Pelo que o rei, tendo tomado conselhos, fez dois bezerros de ouro; e disse ao povo: Basta de subirdes a Jerusalém; vês aqui teus deuses, ó Israel, que te fizeram subir da terra do Egito! Pôs um em Betel e o outro, em Dã. E isso se tornou em pecado, pois que o povo ia até Dã, cada um para adorar o bezerro. Jeroboão fez também santuários nos altos e, dentre o povo, constituiu sacerdotes que não eram dos filhos de Levi. Fez uma festa no oitavo mês, no dia décimo quinto do mês, igual à festa que se fazia em Judá, e sacrificou no altar; semelhantemente fez em Betel e ofereceu sacrifícios aos bezerros que fizera; também em Betel estabeleceu sacerdotes dos altos que levantara.”
1 Reis 18 28 a 32
Isso aconteceu uma vez quando Moises estava no Monte Sinai, vendo que e o povo que Moises se demorava, decidiram abandonar a Deus e construir um bezerro de ouro, e ainda chamaram esse bezerro de ouro de o próprio Deus.
Jeroboão usou a mesma frase deste povo rebelde:
Esse são os deuses que nos tirarão do Egito!
O Bezerro de Ouro significava rebelião direta a Deus.
1. Rebelião a Lei Ex 20.2-5;32.7-8; Mc 7.8,9
Deus tinha levantado Moises como líder de seu povo e o chama para entregar seus Dez mandamento em um momento de total separação a Ele, o povo embriagado por suas próprias paixões decide não esperar e se rebela contra Deus e gera para si mesmo um deus e suas próprias leis e isso é exatamente o que Jeroboão, faz não estava somente construindo um bezerro estava se rebelando diretamente contra Deus e contra suas Leis e fazendo as suas próprias
2. Rebelião do culto – 1Rs 12.28-32
Jeroboão tinha organizado sua rebelião quando estrategicamente levanta dois altares um em Betel que era 19 km do norte de Jerusalém uma cidade consagrada a Deus e de grande importância agora era sinônimo de idolatria e Dã perto do Monte Hermon, ele descarta toda a santidade de Deus e cria para si seus próprios sacerdote sem se importar com a ordem de Deus de levantar sacerdotes da tribo de Levi. O que nós leva mais uma vez aos nossos dias atuais onde a cada dias mais se torna mais comum vemos cultos que se parecem mais com entretenimento do que presença de Deus.
Cada um fazendo suas próprias vontades e gostos sem perguntar a Deus o que ele realmente deseja.
3. Rebelião a liderança
O medo de perder o poder era tanto que Jeroboão criar seu próprio culto e estabelece seus próprios secerdotes, já que criando não precisaria se submeter a eles.
Jeroboão se torna seu próprio deus.
Temos que ter cuidado para que esse medo não nos alcance e ao invés de nos submetermos a Deus e os lideres que Ele escolher para nós, nos tornemos nossos próprios donos.
Até quando coxeareis entre dois pensamentos?
Eu fico imaginando Deus com isso tudo sempre amou seu povo e sempre quis o melhor para ele, Deus nunca teve seu coração dividido.
Me lembro que antes de Saul Deus disse que queria Reinar sobre o povo mas o povo não o quis preferiu a mão de um homem para guiá-los e liderá-los e essa escolha só trouxe problemas.
E mais uma vez um Homem estava reinando sem deixar Deus reinar por ele.
Logo a pois o reinado de jeroboão surgem alguns Reis mas a historia de idolatria continua.
Até que surge um Rei chamado Acabe e Israel passa um dois piores momentos de sua Historia.
Acabe se casa com Jezabel, filha do rei idólatra de Sidom, uma mulher manipuladora e controladora que quando assume o poder declara guerra contra Deus.
Fanática por Baal, consegue manipular Acabe, o faz a investir na realização e construção de templos a Ball.
Sendo assim toda ameaça a seus culto e a seu deus ele deveria ser eliminada.
E como seu maior inimigo era Deus, começa sua lutar para eliminar todos os Profetas do Senhor.
Acabe sucumbem aos apelos de Jesabel e permite suas atrocidades, dividido entre agradar sua esposa, e agradar a Deus se esquece de Deus.
O Povo mais uma vez e refém de um líder passivo nas mão de uma princesa de Satanás.
Acabe permite a construção de templos e altares para a adoração Baal.
A nuvem de sangue e estabelecida com assassinatos dos profetas e de sacrifício de crianças para adoração a Ball.
A doutrina do medo ganha força.
Ball passa então a ser promovido diariamente.
Temos que ter muito cuidado para que esse espírito não nós domine , pois lideres inseguros são a plantação de Jesabel.
Lideres inseguros tem a tendência a criar seus próprios cultos e manipular as pessoas a fazerem o que desejam.
Começam anulando a voz profética e toda ameaça a seu poder.
Culpam todos de rebelião quando na verdade são eles que se rebelaram.
Estabelecem o Império das Trevas já que o governo e centralizado neles mesmos.
Jesebel mata vario Profetas de Deus e cada assassinato de um profeta de Baal era legitimado em seu lugar.
A Duvida de que Ball era mais poderoso que Deus começa a ser divulgada.
Duas opções surgirem para o povo, ou adoravam Ball e sobreviveriam ou adorariam a Deus com a possibilidade de perder sua própria vida.
…Se o Senhor é Deus, segui-o; se é Baal, segui-o. Porém o povo nada lhe respondeu.
O problema de um coração dividido é que ele sempre escolhe o que aparentemente e mais fácil, quando Elias perguntou ao povo o que eles escolheriam, eles vinham deste histórico. Constante infidelidade e isso não era só devido a seus lideres mais por que o povo era corrompido também, sendo assim era melhor ficar quieto e ver o que acontece do que se envolver.
Já reparou que as vezes somos assim as vezes preferimos ficar em cima do muro a ter que tomar alguma decisão.
Temos uma tendência a sempre escolher o caminho aparentemente parece mais fácil.
Sabemos o que temos fazer e simplesmente mais ficarmos parados vendo o que acontece.
E as vezes anos se passam e não tomamos nenhuma atitude.
Toda vez que deixamos os nossos corações se envolverem com paixões mundanas parte de nossos corações ficam presos a elas, e o quanto mais minhas paixões me dominam mais distante de Deus eu fico, e distante de Deus eu fico mas perto das duvidas.
Dia a dia essa luta e travada dentro de nós para ver quem será dono de nosso coração o Espírito de Deus ou a nossa minha Carne.
Temos que escolher a Deus.
Temos que voltar nossos corações para Deus.
Precisamos desejar não só saber sobre Ele mais o conhecer de fato.
Precisamos buscar ler a bíblia não para saber o que ele pode fazer por nós mais quem Ele é.
Quando descobrimos a natureza divina anularemos os espaços para as duvidas em nossos corações.
O povo precisou ver o fogo caindo no altar para ver quem era Deus por que esqueceu que dentro deles estava o fogo do amor de Deus.
Muitos só reagem assim com a manifestação do sobrenatural se não tiver fogo caindo não se movem.
Deus nunca abandonou seu povo.
Deus sempre esteve presente, nós mudamos a cada minuto mas Deus nunca mudou.
Um milagre e sempre bem vindo mas Deus nunca pode ir embora.
O que você responde hoje?
Sim para Deus e não para esse mundo, ou sim para esse mundo e não para Deus?
Até quando você permitirá que seu coração fique dividido?
O que você me diz?
Quem você escolhe?
Deus ou os milagres? E se o milagre nunca chegar vai desistir de Deus?
Hoje muitos só tomo uma decisão se virem a manifestação do poder de Deus, não conseguem mais adorá-lo pelo que ele é mas sim pelo que ele pode fazer.
Mas a bíblia diz bem aventurados são os que não viram e creram.

Diferença entre Culto e Show


Diferença entre Culto e Show

O culto é um ato religioso através do qual o povo de Deus adora o Senhor, entrando em comunhão com Ele, fazendo-Lhe confissão de pecados e buscando, pela mediação de Jesus Cristo, o perdão, a santificação da vida e o crescimento espiritual. Todo culto, por mais poderoso e fervoroso que seja, sempre será uma demonstração de ordem e decência.

Culto ou Show ?

 Não é apenas a mídia que está usando a palavra “show” para se referir a alguns cultos. No meio evangélico já temos as expressões: “Show da Fé”; “Show gospel”, etc.
 No entanto, o que é show? E o que é culto?
 Segundo o Dicionário Aurélio:
SHOW é "um espetáculo de teatro, rádio, televisão, etc., geralmente de grande montagem, que se destina à diversão, com a atuação de vários artistas de larga popularidade, ou às vezes de um só".
CULTO é "adoração ou homenagem à divindade em qualquer de suas formas, e em qualquer religião".
Ora, a Igreja existe, não para oferecer entretenimento, encorajar vulnerabilidade, melhorar auto-estima ou facilitar amizades, mas para adorar a Deus. Se falharmos nisso, a Igreja fracassa.

Modismo Liturgico

 Em muitas Igrejas o tempo destinado à exposição da Palavra é cada vez menor e o tempo reservado aos “shows” é cada vez maior. Em alguns cultos já não há lugar para o antigo sermão, nem para algum substituto dele. A decadência do culto transformado em show leva obrigatoriamente a outros absurdos. Vejamos:• Certas práticas têm invadido as igrejas, tais como a “nova unção”, a “risada santa”, ”o cair pelo Espírito”, “o sopro santo”, “adoração a anjos”, “sessão de descarrego”, “a ingestão das ervas amargas” e outras inúmeras inovações que têm aparecido nos últimos tempos, inovações estas que, muito propriamente, estão sendo denominadas de “NEOBESTEIRAS”.
 São todas práticas que misturam feitiçaria, meninice, despreparo espiritual e, o que é primordial, ausência de exposição da Palavra de Deus.
 Tomemos cuidado, queridos irmãos, rejeitemos estes ventos de doutrina e não abandonemos a simplicidade que há em Cristo Jesus (II Cor.11:3). Deus não quer espetáculo, nem precisa de espetáculos para Se manifestar, mas atuará e Se manifestará sempre que tiver corações contritos e espíritos quebrantados dispostos a servi-Lo e adorá-Lo (Sl.51:17), dispostos a se arrepender de seus pecados e buscar uma vida de santificação (Hb.12:14; Ap.22:11).

O Culto na Igreja Primitiva era Espontaneo

 Leiamos I Cor 14:26; Ef 5:18-21; Cl 3:16-17 e analisemos:
 SALMOS – Hinos do Antigo Testamento cantados ao som de instrumento de cordas, como a harpa.
 DOUTRINAS – Exposição sistemática e lógica das verdades extraídas da Bíblia, visando o aperfeiçoamento espiritual do crente. O seu texto fundamental é a Palavra de Deus.
 REVELAÇÃO – Manifestação sobrenatural de uma verdade que se achava oculta.
 LÍNGUAS – Capacidade de se falar de maneira sobrenatural concedida pelo Espírito Santo, visando a consolação, exortação e edificação dos santos. Foi outorgado primariamente à Igreja com o objetivo de servir de sinal aos incrédulos. Serve tanto para edificação individual quanto coletiva. Individualmente, quando desacompanhada de interpretação. Mas, quando interpretada, adquire personalidade profética.
 INTERPRETAÇÃO – Exposição, explicação e esclarecimento de um determinado texto das Sagradas Escrituras.
 DOM DE INTERPRETAÇÃO DE LÍNGUAS – Dom sobrenatural concedido pelo Espírito Santo, cujo principal objetivo é transformar as línguas estranhas numa mensagem de edificação, exortação ou consolação à Igreja.
 HINOS – Cânticos de louvor a Deus.
 CÂNTICOS ESPIRITUAIS – Hinos cantados em línguas estranhas que, quando interpretados, continham palavras de exortação. A partir da interpretação, a Igreja Primitiva usava-os nos cultos.

As Partes Liturgicas do Culto.
  Adoração de um Deus que é soberano, santo e justo – Esta parte do culto consta de orações e expressões de glorificação e exaltação do nome de Deus através de leituras da Bíblia. O início do culto é uma preparação, um verdadeiro convite ao homem para se colocar reverentemente diante de Deus (Apc 19:1-7).
 O reconhecimento de nosso estado de pecaminosidade e a necessidade de sentirmos o perdão de Deus – (Is 6:5; Sl 51) – A presença de um Deus santo nos leva a sentir a realidade de nosso pecado e a confessá-lo diante dEle.
 Momento congratulatório – Esta é a parte do culto em que expressamos diante de Deus os nossos sentimentos mais profundos de gratidão a Ele por todas as dádivas do Seu amor para conosco: bênçãos materiais diárias e constantes (Tg 1:17); pelo perdão de nossos pecados (I Jo 2:1-2); pela salvação alcançada através de Cristo (Rm 8:28-30) e pelas bênçãos espirituais recebidas por intermédio de Cristo (Ef 1:3) – Essa gratidão pode ser expressa através de leitura de textos bíblicos que falam de gratidão, de orações e cânticos de ação de graças.
 Momento de edificação – Este é clímax do culto, pois é o momento em que Deus fala de maneira especial e o homem ouve. É o momento da revelação da vontade do Senhor através da leitura da Sua Palavra ou da interpretação do texto bíblico pelo pregador. É a hora do comissionamento de Deus ao indivíduo particularmente ou à comunidade de uma maneira geral e coletiva. Este comissionamento tem os seguintes objetivos: convidar os ouvintes a aceitar a Cristo como seu Salvador e Senhor (At 2:37-40; Mt 11:28-30); convidar o ouvinte a participar do processo de sua edificação espiritual e conseqüentemente da edificação do corpo de Cristo (I Cor 14:4-5, 17-26); convidar o ouvinte a participar do ministério do Senhor (Is 6:8; Mt 28:18-20; Lc 9:1-2; Jo 20:21; At 13:4; 22:21; Rm 10:15).

Momento de dedicação – Esta parte do culto é a resposta do homem àquele comissionamento de Deus. Após ouvir a mensagem o ouvinte pode tomar várias atitudes: dizer “não”; dizer “depois”; ficar indiferente; aceitar a Cristo como seu Salvador; consagrar-se ao serviço de Deus para uma vida de mais piedade cristã, para dedicar os seus bens, o seu tempo e o seus dons ao Senhor e para participar do ministério da Igreja e da obra missionária do Senhor.
 A conclusão do culto – Esta é a última parte do culto, que deve ser rápida e impressionante, a fim de deixar no ouvinte o sabor de todo o processo do culto e no seu coração despertar aquele desejo de maior comunhão com o Senhor. A conclusão do culto é o desfecho final que deve deixar o ouvinte impregnado e impressionado com as realidades da vida espiritual, através de um apelo, de um hino, de uma oração e depois disso, segue-se a bênção e o amém.

Os Principais Elementos do Culto

Os elementos do culto são os meios usados pelo adorador para expressar o culto.
 A Bíblia Sagrada - Ela é a Palavra de Deus. Ela é o elemento mais importante do culto cristão, pois TODOS OS ATOS DE ADORAÇÃO DEVEM ESTAR BASEADOS NA PALAVRA DE DEUS. As verdades bíblicas devem modelar o ato de culto, bem como as idéias e o comportamento do adorador (I Sm 15:22-23; Mt 15:9). A bíblia aparece no culto sob diversas formas. As principais são:
 A Leitura (INDIVIDUAL, CONJUNTA ou ALTERNADA) - I Tm 4:13; I Ts 5:27; Apc 1:3
  A PREGAÇÃO; Lc 4:16-30• (1.3) - O CÂNTICO (CONGREGACIONAL, CORAL, CONJUNTOS, SOLOS) - Cl 3:16• (1.4) - AS SAUDAÇÕES - II Cor 1:-6; e
 AS BÊNÇÃOS PASTORAIS. II Cor 13:13
 Por exemplo: - Ne 9:1-5 - Os israelitas leram o Livro da Lei do Senhor durante três horas e passaram outras três horas confessando os seus pecados e adorando o Senhor. Imitemos, pois, os bons exemplos registrados na Palavra de Deus.
  A ORAÇÃO - Orar é cumprir uma ordem do Senhor (Lc 18:1; I Ts 5:17). A oração é indispensável ao cristão, que deve praticá-la individualmente e coletivamente (Mt 6:5-8; At 12:12 cf Rm 8:15; Gl 4:6). A Bíblia ensina que a oração faz parte do culto particular e público.
  - As orações nas reuniões da Igreja, devem ser uma constante (At 1:14; 4:24; 12:5; 21:5; Lc 1:10; Mt 18:19)
  - As orações devem ser dirigidas a Deus (Mt 4:10)
  - As orações devem ser feitas por meio e em nome de Jesus (Ef 2:18; Hb 10:19)
  - As orações devem ser acompanhadas de humildade e ação de graças (Gn 18:27; Fp 4:6; Cl 4:2)
  - As orações podem ser feitas em silêncio ou audivelmente, nas posturas diversas (Mc 11:25; At 20:36; Mt 26:39; I Tm 3:8).
   A MÚSICA - Também se destaca como um elemento indispensável ao culto. A Igreja sempre usou hinos e cânticos na expressão do seu culto (Rm 15:9; I Cr 14:15; Ef 5:19; Cl 3:16; Tg 5:13; Apc 5:9; 14:3; Mt 26:30)
  OS SACRAMENTOS - Os sacramentos são santos sinais e selos do pacto da graça, imediatamente instituídos por Deus, para representar Cristo e os seus benefícios e confirmar o nosso interesse nele, bem como para fazer uma diferença visível entre os que pertencem à Igreja e o resto do mundo, e, solenemente, obrigá-los ao serviço de Deus em Cristo, segundo a Sua palavra. HÁ SOMENTE DOIS SACRAMENTOS INSTITUÍDOS POR JESUS:

 - O BATISMO - Mt 28:19; e
 - A SANTA CEIA - Mt 26:26-30.
 - OFERTAS - O ato de ofertar e contribuir faz parte do culto. A oferta sempre foi um elemento integrante da adoração a Deus e uma expressão de fidelidade (Dt 12:4-7; Ml 3:10; Mc 12:41-44; II Cr 8:12-18; Hb 13:16). Nosso progresso espiritual depende de ofertarmos a Deus - I cor 9:5, 10.

 Atualmente, a Igreja é o Israel de Deus (Gl. 6:16), a nação santa que veio substituir Israel na dispensação da graça como povo anunciador da salvação de Deus aqui na Terra (Mt. 16:18; Ef. 2:13-22; I Pe.2:9).

 A Bíblia afirma que, quando a Igreja se reúne, deve haver, na devoção coletiva, salmo, doutrina, revelação, língua e interpretação, tudo com o propósito de edificação (I Cor. 14:20).
 Em sendo assim, deve a Igreja reunir-se coletivamente para adorar ao Senhor e, através desta adoração, mostrar a glória de Deus a todos os povos, para que eles, com temor e tremor, creiam em Cristo como seu único e suficiente Salvador (I Cor. 14:24, 25).

Que Deus abençoe a Todos
Em nome de Jesus.
Amém!